sábado, 9 de fevereiro de 2008

Vazio...

Hoje sinto um VAZIO pela a sua expressão, pela a sua maneira de mudança de convivência, em toda forma uma questão de Tempo e Espaço tornando-me um Ser; em continuamente desejar sem ser satisfeito; na longa batalha que constitui a “nossa história” entre aspas, onde o meu esforço é contrariado por dificuldades que você impõe, e se a minha vitória for conquistada? O Tempo de todas as coisas, apenas a forma sob a qual eu desejo de viver você me revelou o Tempo à futilidade de seus esforços, e de sua maneira rude de me dá respostas e todas as coisas em nossas mãos tornam-se NADA, hoje perdem todo seu verdadeiro valor... O que foi não mais existe; existe exatamente tão pouco quanto aquilo que nunca foi. Eu fui um homem, para seu assombro, repentinamente torno-me consciente de sua decisão, isso não pode ser verdade, diz ao seu coração; e mesmo as mentes rudes, após ponderarem, devem sentir algum tipo de pressentimento de que o tempo é algo ideal em sua natureza. Essa idealidade do tempo, juntamente com a do espaço, é a chave para qualquer sentimento verdadeiro. E a cada noite nos empobrece, dia a dia. Provavelmente nos deixaria irritados ver este curto espaço de tempo esvaecendo, se não fôssemos secretamente conscientes, nas maiores profundezas de nosso ser... Mas você pelo menos serve para alguma coisa eu só não sei o que!?.

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